8 de agosto de 2011

COM AUTORIDADE!


Autoridade não se rouba, não se surrupia, não se arranca ou se toma. A autoridade é conquistada.
Não é conquistada pela força, pela mentira, pela dissimulação ou pelo autoritarismo.
A autoridade é conquistada pelo respeito. No jogo de domingo o Botafogo demonstrou na prática o que é autoridade.
O adversário entendendo isso se submeteu à autoridade alvinegra.
Acho que nunca presenciei uma partida entre dois grandes clubes em que a impossibilidade de reação se demonstrou tão clara e acachapantemente.
O Botafogo se impôs do início ao fim do jogo. Ao Vasco coube a dignidade de evitar o pior.
O meu amigo Josimar sugeriu a manchete para os jornais da segunda-feira: Fogão de quatro bocas frita o bacalhau. Jocosa mas categórica.
Jefferson, Cortês, Renato, Loco e cia fizeram mais soberbos no presente os já orgulhosos de seu passado os botafoguenses. Mais que nunca o desfile de camisas alvinegras embelezaram as ruas. As congratulações vinham de todos os lados. Até mesmo os vascaínos nos felicitaram, reconhecendo a maestria com a qual foram derrotados.
Resta ao Glorioso a regularidade de um verdadeiro campeão para sonharmos com o título. O jogo de domingo suscita sonhos mais altos.

COM AUTORIDADE!


Autoridade não se rouba, não se surrupia, não se arranca ou se toma. A autoridade é conquistada.
Não é conquistada pela força, pela mentira, pela dissimulação ou pelo autoritarismo.
A autoridade é conquistada pelo respeito. No jogo de domingo o Botafogo demonstrou na prática o que é autoridade.
O adversário entendendo isso se submeteu à autoridade alvinegra.
Acho que nunca presenciei uma partida entre dois grandes clubes em que a impossibilidade de reação se demonstrou tão clara e acachapantemente.
O Botafogo se impôs do início ao fim do jogo. Ao Vasco coube a dignidade de evitar o pior.
O meu amigo Josimar sugeriu a manchete para os jornais da segunda-feira: Fogão de quatro bocas frita o bacalhau. Jocosa mas categórica.
Jefferson, Cortês, Renato, Loco e cia fizeram mais soberbos no presente os já orgulhosos de seu passado os botafoguenses. Mais que nunca o desfile de camisas alvinegras embelezaram as ruas. As congratulações vinham de todos os lados. Até mesmo os vascaínos nos felicitaram, reconhecendo a maestria com a qual foram derrotados.
Resta ao Glorioso a regularidade de um verdadeiro campeão para sonharmos com o título. O jogo de domingo suscita sonhos mais altos.

2 de agosto de 2011

OBAMA É O NEGRO QUE O RACISTA GOSTA!

O fim da segunda guerra mundial, em que os comunistas tiveram peso crucial na derrota do nazi-fascismo, criou uma conjuntura propensa ao avanço das forças populares em todo mundo.
A essa ofensiva da simpatia popular ao comunismo a burguesia instituiu a “Guerra Fria”. Esse movimento desembocou em impiedosas ditaduras, principalmente na América Latina.
Naquele momento era imprescindível esmagar qualquer possibilidade de organização e avanço de políticas que mesmo reformistas pudessem criar “novas Cubas” no continente.
Organizações esmagadas, organismos de classe pelegos e fantoches e milhares de militantes mortos depois, verifica-se a tomada/retomada de vários governos de “esquerda”.
No Brasil, o advento do governo FHC (ex-“exilado”) inicia um processo de retirada de direitos dos trabalhadores e concomitante doação do patrimônio público aos grandes capitalistas (sobretudo banqueiros). Esse processo recrudesce com o acesso do ex-metalúrgico Lula ao planalto. Ele mesmo que a burguesia tratava em 1989 como um novo Fidel.
Lula não só mantém a política anterior como a aprofunda. Faz a Reforma da Previdência que nem FHC teve forças para fazer.
Recentemente testemunhamos o que parecia somente coisa de cinema catástrofe, a ascensão de um presidente negro nos EUA (catástrofe, pois quase sempre quando o mundo vai acabar em algum filme, o presidente estadunidense é negro).
Para grande parte da população americana e mundial (como foi para a brasileira a eleição de Lula), um presidente negro poderia redimir um país com um histórico racista, intervencionista, belicoso e imperialista. Pouco tempo se passou.
De concreto continuam as intervenções no Iraque e no Afeganistão, o auxílio bélico/econômico/político à estratégia genocida de Israel na Palestina.
Ontem mais uma constatação sobre a serviço de quem está Obama.
Mesmo contra seu próprio partido Obama aprovou na Câmara dos Deputados um corte de U$ 2,4 trilhões nos gastos públicos (saúde, educação, assistência social) e a possibilidade de contrair empréstimos para poder “honrar” seus compromissos com banqueiros especuladores.
Se no Brasil dizemos que “O PT é a esquerda que a direita gosta!” Sobre os EUA nada mais verdadeiro que as palavras do escritor paquistanês Tariq Ali “O império americano precisava desesperadamente de Obama!”.

17 de junho de 2011

ABAIXO ASSINADO CONTRA A MEDIDA PROVISÓRIA ESDRÚXULA!

Companheiros, a escabrosa medida provisória que proíbe os órgãos de fiscalização de divulgarem os gastos com obras da copa e olimpíada está tendo uma resposta. Um abaixo assinado está circulando pela internet denunciando o absurdo e cobrando medidas do congresso.O endereço é: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N11405

16 de junho de 2011

A GRANA VAI JORRAR! QUANTO? DILMA E CIA NÃO VÃO DIZER!

O governo PT/PMDB/PCdoB/PSB/PDT e outros Pês menos cotados, aprovaram ontem à noite na Câmara dos Deputados, uma Medida Provisória, curiosamente chamada Regime Diferenciado de Contratação (como se não tivéssemos acostumados as maracutaias com o dinheiro público). A Medida Provisória IMPEDE, isso mesmo, impede que informações sobre os preços das obras da copa de 2014 e da Olimpíada de 2016 sejam divulgados pelos órgãos de controle do estado.
Todos já sabemos que as obras já estão superfaturadas e que com a proximidade dos eventos e o total atraso nas obras os preços subirão mais ainda. A reforma do Maracanã que a princípio pensava-se gastar mais ou menos 500 milhões já está cotada em mais que o dobro.
É público e notório o compromisso dos governos e de entidades como FIFA e COI com as grandes corporações. Querem construir elefantes brancos para enriquecer os grandes grupos capitalistas e garantir “gorjetas” polpudas aos dirigentes estatais e das entidades patrocinadoras dos eventos.
Mesmo governos, já especulam que estádios de Cuiabá, Brasília e Manaus (pelo menos) passada a Copa ficarão às moscas.
No Rio de Janeiro bombeiros e profissionais de educação lutam por salários um pouco menos indignos. Os funcionários de escolas estaduais não querem ganhar menos que um salário mínimo como acontece hoje. Enquanto isso Odebretch, Andrade Gutierres e outras mega empresas vão faturar bilhões. Agora não poderemos nem saber quanto. Só falta o governo nomear palocci, delúbio e zé dirceu para controlar essa torneira bilionária.

9 de junho de 2011

RESPOSTA À EPÍSTOLA DO LÍDER HIERÁRQUICO DA METRO IV AOS SUBALTERNOS DAS ESCOLAS ESTADUAIS!

As escolas estaduais da Zona Oeste, receberam no dia 1° de junho, uma carta do Sr. Ricardo Morais, diretor “pedagógico” da Metropolitana IV, cobrando o lançamento de notas no Conexão Educação. Até aí nada demais.
É tarefa do capataz, cobrar o máximo e oferecer o mínimo. É tarefa do lambe-botas, apoiar a extrema exploração dos trabalhadores em troca de algum capilé. É tarefa do capitão-do-mato, defender o senhor e punir os escravos. Estamos acostumados.
O que causa espécie é a nova forma com que o cupincha do governo vem se reportar aos profissionais da educação.
Diz o senhor Ricardo, que o não lançamento das notas, que para ele é uma “obrigação”, “culminará com sua [do professor] própria desqualificação profissional”.
Assevera ainda o Sr. Ricardo (que diz ser concursado de 2004), que mesmo tão novo na rede já nos diz o que fazer com tanta empáfia, que é como nós, reles docente. Mas apesar disso é um de nossos “líderes hierárquicos”.
Não fala o senhor diretor “pedagógico” sobre a autonomia pedagógica, fundamental a nosso fazer cotidiano. Não cita o senhor Ricardo Morais, diretor “pedagógico” sobre a impossibilidade de exercemos nossa profissão com dignidade com 50/60 alunos em sala de aula (o que em dia de avaliação faz com que alunos sentem nos corredores). Não verbaliza o pau mandado, senhor Ricardo, diretor “pedagógico” da Metro IV, que hoje temos que preparar os alunos para diversas avaliações externas, numa pasteurização que faz inveja às sociedades mais fechadas e autoritárias.
Sr. Ricardo, volte para sua Universidade, leia os pedagogos comprometidos com a classe trabalhadora. Depois disso (e entendendo a educação como um ato político) opte pelo lado dos explorados e volte para sala de aula. Não se rebaixe, em troca de alguns caraminguás, à esse papel ridículo e vexatório.

5 de junho de 2011

PARA ACABAR COM A POBREZA? MATEM OS POBRES!

PARA ACABAR COM A POBREZA? MATEM OS POBRES!

Parecia que eu estava lendo um panfleto nazista ou eugenista do século passado (não que eu já tenha lido um), mas era no jornal “ogrobo” mesmo.
Em editorial publicado ontem, o jornal da elite brasileira, mais uma vez confirma o que já temos denunciado há tempos: um dos grandes inimigos hoje em dia das classes dominantes é a população pobre. O outro é o movimento popular organizado.
Analisando o novo programa do governo Dilma “Brasil sem miséria”, o jornal anuncia 16 milhões de brasileiros vivendo ainda em extrema pobreza. Até aí nenhuma novidade, já estamos acostumados a ler sobre esses índices cavernosos quando se trata das mazelas brasileiras, o novo anacronismo “grobal” se é que isso pode existir, está no fato do editorial dizer que o programa só poderia vingar caso associado fosse com um programa de planejamento familiar.
Muitos poderão argumentar que um programa de planejamento familiar num país como os nosso é fundamental. O jornal, resume-se contudo, a discutir o tamanho das “proles” das camadas a serem beneficiadas pelo programa, que para ele é o grande propulsor da pobreza. Planejar, para o guardião da “moral e dos bons costumes” não significa ter total domínio sobre sua vida, mas diminuir a quantidade de filhos que um pobre possa ter.
Não é a mais absurda concentração de renda e a extrema exploração a que estamos submetidos, os causadores da pobreza do nosso povo.
Não são os séculos de discriminação racial, a expulsão do pequeno camponês de suas terras, a maior concentração de terra que se tem notícia no mundo os alavancadores da miséria de nossa população.
Para acabar com a pobreza basta matar os pobres. Basta reeditar a política de afogar os pobres no rio da Guarda.
O editorial termina com a frase: “MAS a pobreza e a miséria têm mesmo de ser atacadas.” Mais sensato seria: o pobre e o miserável têm mesmo de ser atacados.
Faria mais sentido, pois hoje quem mais põe em risco a estabilidade do sistema são os pobres.